Imagem em destaque

Publicado em 21 de novembro, 2017

Educação empreendedora: por que o ensino superior precisa investir!

Compartilhar conteúdo

Desenvolver qualidades e habilidades necessárias ao empreendedor. Essa é a principal função da educação empreendedora que, quando exercida durante o ensino superior, contribui para que o estudante adquira capacidades como proatividade, autoconfiança, empregabilidade e independência financeira.

Muito mais do que o ensino técnico e a apresentação de dilemas e desafios decorrentes do mercado de trabalho e dos vários setores da sociedade, a educação empreendedora prepara o estudante para pensar na transformação efetiva da teoria em prática, na descoberta de caminhos que apresentem medidas concretas para o desenvolvimento econômico e social do país.

Pensando nisso, listamos abaixo três motivos pelos quais a educação empreendedora deve ser destaque nas instituições de ensino superior. Vamos a eles:

Estímulo à formação crítica dos estudantes

A educação empreendedora propõe o estímulo à formação crítica dos estudantes, motivados por docentes também empreendedores, aptos a incentivar os sonhos de seus discentes.

Qualidades como autonomia, criatividade, dedicação e o fazer diferente devem ser enfatizadas por parte dos professores como forma de se criar um ambiente propício para a cultura empreendedora.

Esse ambiente já pode ser visto em determinados cursos, como, por exemplo, nas áreas de engenharia e administração, que oferecem disciplinas relacionadas ao empreendedorismo. Como vivência, os estudantes são colocados em contato com empresas consideradas empreendedoras, além de participarem de projetos e feiras voltadas para a fomentação de negócios.

Geração de jovens com perfil ligado ao empreendedorismo

Um mercado de trabalho exigente e as novas configurações de emprego demandam que o perfil da geração atual de jovens seja cada vez mais empreendedor. Os novos trabalhadores perceberam que a carreira do empreendedorismo pode ser tão rentável quanto as funções exercidas em empresas tradicionais.

Esse movimento impacta também as instituições de ensino, especialmente a educação superior, que passa a oferecer disciplinas voltadas para o desenvolvimento empreendedor. Essas matérias disseminam nos alunos o espírito da inovação, inspirando-os a se interessar por esse caminho e a enxergar possibilidades de negócios.

Em um Brasil cuja diversidade cultural é latente, a educação empreendedora também envolve pessoas, experts ou não, professores e saberes dos mais diversos, cabendo ao empreendedor reunir heranças, vivências, realidades econômicas e sociais únicas em uma tentativa de construir um projeto de sucesso e comum a todos.

Estímulo ao desenvolvimento econômico e empregabilidade

Além de estimular o desenvolvimento econômico do país, a educação empreendedora permite que o estudante tenha mais possibilidades no mercado de trabalho. O nível de empregabilidade cresce proporcionalmente ao espírito empreendedor dos jovens.

Em um momento em que os níveis de desemprego atingem números superiores a 13,3 milhões de brasileiros (agosto de 2017), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a educação empreendedora é fundamental.

Sendo assim, esse campo de estudos passa a ser um diferencial no currículo, atuando como uma espécie de ‘plus’ no momento da contratação. Afinal, qual é o empregador que vai descartar um currículo que inclui disciplinas ligadas ao empreendedorismo?

E então, gostou do artigo? Que tal implantar a educação empreendedora em sua instituição? Compartilhe este texto em suas redes sociais. Reflita, discuta, envie sugestões! Teremos o maior prazer em trocar experiências!

Conteúdos relacionados

Imagem - FEED GENNERA(1)

Publicado em 11 de fevereiro, 2026

Sistema de gestão educacional na era dos aplicativos: quem evolui, lidera

A transformação digital já é uma realidade no ensino brasileiro. Instituições que antes operavam com planilhas, processos manuais e comunicação fragmentada hoje enfrentam um novo cenário: alunos hiperconectados, exigência por transparência financeira, necessidade de dados em tempo real e pressão por eficiência operacional. Nesse contexto, o sistema de gestão educacional deixou de ser apenas um software administrativo e passou a ser o centro estratégico da instituição - especialmente quando integrado…

Ver mais Imagem ilustrativa
Imagem - sistema-de-gestão-escolar

Publicado em 28 de janeiro, 2026

Sistema de Gestão Escolar: O que realmente importa na hora de escolher

Você já passou por isso: fornecedor mostrando dezenas de funcionalidades do sistema de gestão escolar, você anotando tudo, e no final da reunião pensando "mas isso resolve MEU problema?". A verdade é que a maioria das IEs escolhe sistema de gestão escolar do jeito errado. Olham para lista de funcionalidades em vez de olhar para os próprios processos. Este guia não é sobre qual sistema tem mais recursos. É sobre…

Ver mais Imagem ilustrativa
Imagem - software-de-gestao-educacional

Publicado em 20 de janeiro, 2026

 Taxa de retenção de alunos: O KPI mais importante da gestão escolar em 2026

Você sabe quantos alunos perdeu no último ano letivo?, Se a resposta for "mais ou menos" ou "alguns", há um problema sério na gestão da sua instituição de ensino. Em 25 anos desenvolvendo tecnologia para gestão educacional e trabalhando com mais de 1.000 escolas no Brasil, aprendi que existe um indicador capaz  de prever o futuro de qualquer instituição: a taxa de retenção de alunos. Neste Dia Internacional da Educação,…

Ver mais Imagem ilustrativa